Professor Thiago Nunes

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Espaço Saúde

Calendário de vacinas

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BCG: ao nascer (obrigatória no primeiro ano de vida).

DT (Dupla): reforço a partir dos 15 anos, com validade por 10 anos.

DTP ou Tríplice: a partir dos 2 meses, com reforços até os 6 anos.

Febre Amarela: a partir dos 9 meses. (7 a10 dias depois, a pessoa pode apresentar febre,dores no corpo e dor de cabeça, que duram de 1 a 2 dias)

Gripe: anualmente, a partir dos 6 meses (seguindo orientação médica).

Haemophilus: a partir dos 2 meses.

Hepatite A: a partir de 1 ou 2 anos.

Hepatite B: ao nascer, com reforços um mês depois e aos 6 meses.

Poliomelite: aos 2, 4, 6 e 18 meses, e entre 4 e 6 anos.

Sarampo: aos 9 e 15 meses, e entre 6 e 10 anos, junto com as vacinas de rubéola e caxumba (SCR ou MMR). (Depois de 7 a 10 dias, a criança pode ter febre ou manifestações do tipo “sarampinho”.)

Varicela: a partir de 1ano.

Reações possíveis: pode haver leve mal-estar, com um pouco de febre e dor no corpo, no local da aplicação, pode ocorrer vermelhidão.

AIDS: Prevenir é o melhor remédio.

Por Dr. Manoel Cossão Neto – Urologista


O organismo humano está normalmente exposto a bactérias, fungos, parasitas e vírus. Os vírus estão envolvidos em uma grande variedade de doenças crônicas e degenerativas, sendo responsáveis por mais de 60% das doenças causada no homem.

Para tratar as infecções bacterianas existe um verdadeiro arsenal de antibióticos, enquanto a luta contra as infecções virais é difícil, pois a replicação (reprodução) viral é um processo que ocorre dentro das células, estando intimamente relacionado ao metabolismo celular.

Nosso organismo possui um sistema especial para o combate aos diferentes agentes tóxicos e infecciosos. É o sistema imunológico, ou sistema imune. Além do combate aos microorganismos invasores, esse sistema é responsável pela “limpeza” do organismo, isto é, a retirada de células mortas e a rejeição de enxertos ou transplantes, etc. O sistema imune é formado pelos leucócitos (também chamados de células da série branca). Os leucócitos são as unidades móveis do sistema protetor do organismo. Essas células são formadas na medula óssea (os granulócitos e monócitos) e no tecido linfóide (linfócitos e plasmócitos); no entanto, após a sua formação, são transportados no sangue para as diferentes partes do organismo, onde irão atuar.

Os vírus são seres diminutos, visíveis apenas ao microscópio eletrônico, que não possuem estrutura celular e precisam de células que os hospedem. Por isso, todos os vírus precisam ser colocados dentro de uma célula susceptível para que novos vírus sejam produzidos podendo levar à morte das células afetadas. Até o momento, poucas drogas se mostraram eficazes em destruir os vírus sem causar sérios efeitos colaterais. A melhor maneira de combater as doenças virais é através de vacinas.

Entre 1983 e 1986 foi identificado na França e nos Estados Unidos um vírus batizado por um comitê internacional com o termo HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) e reconhecido como capaz de infectar seres humanos. O HIV é capaz de parasitar o sistema imunológico produzindo uma doença infecciosa e transmissível chamada Síndrome da Imunodeficiência Humana (AIDS), e que foi reconhecida em meados de 1981, nos Estados Unidos, em pacientes adultos do sexo masculino, homossexuais e moradores de São Francisco, ou Nova Iorque. A doença foi identificada também em usuários de drogas injetáveis de ambos os sexos e, logo depois, em receptores de transfusões de sangue. À medida que se descortinava o padrão epidemiológico da doença, ficou evidente que o agente era transmitido por contato sexual (homossexual e heterossexual) e pelo sangue e/ou seus derivados.

Vinte e cinco anos depois, o mundo vive um momento de epidemia de HIV/AIDS e quase 80% dos infectados vivem em regiões da África negra. Também nestes países encontra-se a maioria daqueles que morrerão das complicações advindas da AIDS, sem acesso a serviços de saúde ou à medicação específica.

Historicamente a população de homens que fazem sexo com homens tem sido a mais atingida pela epidemia, entretanto, dados epidemiológicos apontam que as mulheres correspondem a 48% dos adultos portadores do HIV em todo o mundo.

No Brasil os grupos considerados mais vulneráveis são a população de rua, pessoas que usam drogas abusivamente, especialmente drogas injetáveis, pessoas que estão em delegacias ou presídios, profissionais do sexo, especialmente de baixa renda, caminhoneiros, homens homossexuais e a população empobrecida, destacando-se os adolescentes e adultos jovens.

A principal forma de exposição em todo o mundo é a sexual. Nos países desenvolvidos, a exposição ao HIV por relações homossexuais ainda é a responsável pelo maior número de casos, embora as relações heterossexuais estejam aumentando. A transmissão vertical decorrente da exposição da criança durante a gestação, parto ou aleitamento materno, vem aumentando devido à transmissão heterossexual. A transmissão intra-uterina é possível em qualquer fase da gravidez, porém é menos freqüente no primeiro trimestre. A transmissão ocupacional ocorre quando profissionais de saúde sofrem ferimentos com instrumentos médicocirúrgicos contaminados com sangue de portadores do HIV. Embora o vírus tenha sido isolado de vários fluídos corporais, como saliva, urina, lágrimas, somente o contato com sangue, sêmen, secreções genitais e leite têm sido implicados como fonte de infecção.

A marca da doença pelo HIV é uma deficiência profunda do sistema imune, em conseqüência da destruição dos linfócitos pelo vírus, tornando os pacientes suscetíveis às infecções por germes oportunistas, tais como fungos e bactérias.

Não existe uma fórmula mágica de fazer prevenção de HIV/AIDS que dê certo em todos os lugares e com todas as pessoas. No Brasil, as ações desenvolvidas para a prevenção da AIDS primam pela recomendação do uso do preservativo em todas as relações sexuais. Abordagens que recomendam a diminuição do número de parceiros, a abstinência e a fidelidade não tem tido impacto entre as pessoas sexualmente ativas.

Abordar as diversas práticas sexuais (anal, vaginal, oral) destacando as diferenças e vulnerabilidades masculinas e femininas, é fundamental para que homens e mulheres percebam as situações de risco que vivenciam, não apenas a partir do seu comportamento sexual, mas também de suas parcerias (homo e/ou heterossexual). Para o público que faz uso de substâncias psicoativas o alerta de que o compartilhamento de agulhas, seringas e recipientes para a diluição da droga (cocaína) são práticas de altíssimo risco para a infecção pelo HIV.

A educação, o aconselhamento e a modificação do comportamento constituem as bases fundamentais de qualquer estratégia de prevenção contra o HIV. A prática de “sexo seguro” é a maneira mais eficaz de prevenção.

Cuidado, a AIDS atinge todos os segmentos da população. Pense nisso! Não seja o próximo.

Até a próxima !!!

Gripe Suína – Sintomas, Contágio, Prevenção no Brasil

gripe-a-2A Gripe Suina é uma doença que tem como conseqüência uma variante do vírus H1N1, a transmissão e a apresentação dos sintomas da gripe suina pode ocorrer através do contato com o animal e objetos contaminados. Sendo que surgiu uma nova variante, que pode ser disseminada entre humanos e esta causando uma epidemia no México. Desde o seu surgimento, a gripe já fez até agora 149 vítimas, e sob suspeita da doença o número é de 1600 pessoas, a organização de saúde Mundial, declarou que a doença já esta sendo uma emergência na saúde pública internacional. A gripe suina tem seu contágio através das vias aéreas, como a gripe comum, com contato diretamente ou indiretamente, por meio das mãos com objetos contaminados, o vírus também se espalha, inclusive pelo próprio ar ambiente. A contaminação pela carne suína, esta descartada, desde que se cozinha a mesma à 71 graus Celsius, eles afirmam que o vírus não sobrevive.

gripe-suina-2Gripe Suina Contágio

Sintomas da Gripe Suína

Os sintomas são muito parecidos com a gripe comum, estão incluídos: febre alta, cansaço, dores musculares, tosse, fadiga, surgiram pessoas com vômitos e diarréias. Para os porcos já existem vacinas, mas para os seres humanos ainda não temos nada, e pode levar uns 6 meses para que isso ocorra. O medicamento oseltamivir segundo a OMS, mostrou eficiência nos primeiros testes contra o vírus H1N1, mas não se pode afirmar totalmente ainda tal efeito. O que podemos fazer é sempre estar lavando as mãos, mesmo porque temos que evitar as gripes comuns, que também pode trazer consequências. O governo deve ser rigoroso nos vôos vindo do exterior, certificando que nenhum passageiro, esteja contaminado, pois mesmo que os sintomas da gripe, não esteja aparente, temos que estar alerta por um período, pois algumas delas vieram de paises que já estão contaminados. Ter a lista de passageiros desse período, e verificar se após alguns dias no nosso país, nenhum deles esteja apresentando algum sintoma, é sempre bom estar em alerta e conscientizar a todos.

O que é a doença Gripe A?

Chamada popularmente de gripe suína, trata-se de uma doença respiratória que surgiu entre os porcos, provocada por um vírus influenza do tipo A, que ataca aves, suínos e humanos. Esses vírus têm alto poder de mutação e contaminação. Por isso, é mais letal que o da gripe comum

Contágio da Gripe Suina

Esse vírus pode passar, por proximidade, dos porcos para os seres humanos. Pela tosse ou pelo espirro de pacientes infectados, a gripe pode ser transmitida entre as pessoas. Não há contaminação ao comer a carne de porco cozida (a 70°) porque os vírus da gripe suína são destruídos a essa temperatura.

Sintomas complemento da gripe

Os sinais são semelhantes aos da gripe comum, porém, mais agudos e incluem febre acima de 38°, moleza, falta de apetite e tosse. Coriza clara, garganta seca, náusea, vômito e diarréia também podem acontecer; assim como, dores de cabeça, irritação nos olhos e dor muscular e articular.

Fazer o diagnóstico

Só se consegue a certeza isolando-se o vírus influenza tipo A, analisando amostras respiratórias dos pacientes, nos primeiros 4 a 5 dias ou até 10 dias em crianças.

Confira os locais de foco no mundo:

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Confira o mapa da Gripe Suína no Mundo atualizado diretamente pelo Google Maps. View H1N1 Swine Flu in a larger map Em contato pelos comentários do blog recebi tal mensagem, O texto do link indicado está realmente bastante esclarecedor em relação a gripe, vale a visita no site do Ministério da Saúde.

O Ministério da Saúde conta com uma página exclusiva (link) na qual você encontrará respostas para todas as suas dúvidas a respeito da gripe suína. Além disso, você pode buscar mais informações no Disk Saúde 0800 61 1997. O Brasil está preparado para enfrentar os casos suspeitos e manterá a população bem informada! Assessoria de Comunicação. Ministério da Saúde

Gripe Suína no Brasil

Foi anunciado pelo ministro da Saúde, José Gomes, confirmou nesta noite, quarta-feira (7) que existem 4 casos da gripe suina no Brasil. São os primeiros registros da gripe no país. Os quatro brasileiros com a gripe, são jovens adultos, que teriam contraído a doença no exterior. Duas pessoas são de São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Minas Gerais. Três casos são de pessoas que estiveram no México; e outro esteve recentimente nos Estados Unidos. Sobre o uso de máscaras após a confirmação dos casos no Brasil, o ministro comentou que não existe a necessidade, pois o vírus não está circulando. Nem todos que usam máscaras na rua, estão tentando se previnir do vírus, mas pode ter realizado algum cirurgia delicada, como um transplante. O Brasil está preparado para tratar até 12,5 mil pacientes, e pode produzir medicamentos para o tratamento de até 9 milhões caso exista a necessidade. Nesta sexta-feira, o ministro da Saúde, confirmou dois novos casos da gripe suína no Brasil. Os novos pacientes são de Santa Catarina e Rio de Janeiro. O anuncio dos novos casos foi realizado em um coletiva, do Núcleo Estadual do Ministério da Saúde, no Rio de Janeiro. update: No Brasil são 8 casos confirmados até o momento e 22 número de casos suspeitos da nova gripe. Estados Brasileiros com casos suspeitos: Rondônia , Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Alagoas, Pernambuco, Goiás, São Paulo, Ceará, Pará e Piauí.

Vacina da Gripe Suina A – A cepa foi entregue neste sabádo dia 16/05 a cepa do vírus H1N1 à Organização Mundial da Saúde (OMS) e também os dados estatísticos e clínicos: como o vírus age no organismo dos pacientes; os primeiros sintomas; as internações; os óbitos e locais onde os casos foram registrados;

Até hoje, a vacina contra gripe suína só existe para os porcos e com o vírus sem mutação. Não há comprovação de que as vacinas atuais de gripe ofereçam proteção contra a gripe suína. Pela evolução do risco, acredita-se que em 4 ou 5 meses uma vacina específica será elaborada.

Tratamento da Gripe Suína – Algumas drogas antivirais estão sendo usadas na prevenção e tratamento da doença, tentando impedir a replicação do vírus dentro do corpo humano. O resultado é a diminuição da agressividade da infecção com a terapia. Para maior eficácia, é necessário começar sua utilização nos dois primeiros dias de sintomas. Por outro lado, o uso indiscriminado desses remédios pode induzir a mais mutações e a efeitos colaterais com riscos desnecessários.

Esses dados e as cepas do vírus, vão auxiliar na criação de uma vacina, que posteriormente vai estar disponível a todos os países. A OMS desenvolvendo essa vacina contra gripe suína, posteriormente a disponíbilizará a todos os países.

Kits para Gripe A H1N1 (Suína) no Brasil

Kits Gripe A H1N1 (Suína) – No dia 06/05, quarta-feira, chegaram ao Brasil, os Kits para exames laboratorias para influenza A (H1N1), sendo que com esse Kit, após a coleta da amostra de secreção do indivíduo que esta sob suspeita, teremos o resultado do teste em 72 horas.

Os kits foram enviados aos laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, e para Instituto Adolf Lutz, em São paulo. O Ministério da Saúde aguarda mais kits, para serem remetidos ao Instituto Evandro Chagas, em Belém (PA).

São esses três laboratórios de referência que irão receber os Kits, para realização dos exames, que vão confirmar ou descartar a gripe no país. Existem até o momento, 26 casos suspeitos no Brasil, sendo 4 confirmados.

A vacina foi autorizada nesta quinta -feira, dia 05/05 pela Anvisa , todo processo para sua fabricação, deverá seguir normas e uma equipe da ANVISA estará acompanhando através de uma equipe que foi formada.  Leia mais sobre a Gripe Suína (A).

Em breve mais informações sobre a Gripe A.

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Gripe A – H1N1(Suína) – Orientações do Ministério da Saúde

A gripe A – H1N1( Suína) que fez 56 vítimas no México e foi disseminada para todo o mundo por viajantes, os pesquisadores nesta segunda, informaram que ela parece ser transmitida com mais facilidade do que a gripe sazonal comum.

O vírus A (H1N1) da gripe suína. Devido a transmissão de pessoa a pessoa, principalmente por meio de tosse, espirro ou de secreções respiratórias de pessoas infectadas, o Ministério da Saúde recomenda:

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Ministério da Saúde Orienta – Gripe A

A ) Ao viajar para às áreas afetadas:

– Enquanto estiver em locais afetados pela gripe suina (vírus A -H1N1), usar mascára descatável, substituindo sempre que necessário; – Usar lenço descartável, cobrindo a boca e o nariz ao tossir ou espirrar; – Evite locais com muitas pessoas; – Evite o contato direto com pessoas infectadas, o vírus fica no ar quando há tosse ou espirro, e à um metro de distância pode inalar; – Não dividir alimentos, copos, toalhas e objetos pessoal; – Não fique tocando em seus olhos, nariz ou boca; – Lavar as mãos com frequência usando água e sabão; – Em caso de ficar doente, procure o mais rápido possível, de preferência usando uma mascára, assistência médica e informe se houve contato com doentes ou esteve recentemente em áreas afetadas; – Não ingerir medicamentos sem orientação médica.

B ) Viajantes que vieram de áreas afetadas ou suspeitas com a gripe A:

Viajantes precedentes, nos últimos 10 dias, de áreas com casos confirmados de influenza suína em humanos e que apresentem febre alta repentina, superior a 39ºC, acompanhada de tosse e/ou dores de cabeça, musculares e nas articulações, devem:

• Procurar uma unidade mais próxima de saúde, usando uma mascára, para caso esteja com a gripe não passe para outras pessoas que se encontram no local de atendimento;

• Informar ao médico, o seu roteiro de viagem ou mesmo se esteve em contato com pessoas que recentemente vieram do exterior.

Respotas sobre Gripe A Suína: Profº Thiago Nunes (theagonunes@hotmail.com) através dos comentários do blog, esclarecemos algumas dúvidas dos leitores. Confira algumas respostas:

Amanda Souza,
Existe tratamento específico para a Influenza A (H1N1). Essa é uma doença grave e transmissível e, dessa forma, merece a devida atenção. Por isso, devem procurar uma unidade de saúde as pessoas que apresentarem os sintomas da doença e tiverem chegado de viagem de países afetados nos últimos 10 dias ou tiverem tido contato com alguém doente. É importante ressaltar que a automedicação pode mascarar sintomas da doença e trazer danos ainda maiores para a saúde da pessoa.

Ainda dentro da aeronave, os passageiros recebem informações sobre os sintomas da Influenza A (H1N1). A pessoa que apresentar tais sintomas deve se identificar à tripulação e, ainda no aeroporto, será encaminhada aos postos da Anvisa. Além disso, todos os passageiros vindos de países afetados têm sua Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA), retidas pela Anvisa. Com esse documento é possível entrar em contato com cada pessoa para realizar avaliações, se for detectado caso suspeito na mesma aeronave.

Eduardo,
As reações causadas pelo Influenza A (H1N1) podem variar, de acordo com o organismo. Geralmente, ela pode ser apresentada da mesma maneira que uma gripe comomum. Esta doença costuma ser mais agressiva em pessoas que já possuam alguma enfermidade ou que estão com a imunidade baixa.

Dominike,
Há medidas que só podem e devem ser tomadas, realmente quando necessário. Seria precoce, neste momento fazer uma quarentena no país. Já que, se o Ministério da Saúde proibisse os turistas de pisar em território nacional, também teria que impedir os brasileiros de viajarem. Por enquanto, as medidas corretas e adequatas para a situação, estão sendo tomadas, com as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS). Aquelas pessoas que fazem desembarque internacional no país, precisam passar por uma avaliação da Anvisa e ainda responder um questionário com dados pessoais.

Gripe – Vacina, contágio e prevenção

O vírus da gripe comum é transmitida de pessoa para pessoa, através gotas suspensas no ar, uma pessoa doente (gripe) ao espirrar ou tossir deixa o vírus no ambiente onde se encontra. Geralmente, quando uma pessoa contaminada espirra, pessoas a um metro de distância, poderá inalar e se contagiar .

Num ambiente de trabalho uma pessoa estando infectada, com gripe, pode contaminar todas que ali se encontram;a transmissão pode ocorrer através do beijo, como por objetos contaminados (macetas, corrimão de escadas, torneira de banheiro público e etc) por isso é tão importante lavar as mãos.

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Gripe – Vacina e Prevenção

Um adulto infectado pode transmitir o vírus, desde o dia anterior ao aparecimento dos sintomas até 7 dias após a instalação da gripe.

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Vacina da Gripe

O vírus da gripe sofre mutação, então a vacina é feita anualmente, quem deve vacinar:

* Idosos a partir dos 60 anos
* Cardiopatas
* Indivíduos com problemas pulmonares
* Diabéticos
* Indivíduos com AIDS
* Renais Crônicos
* Gestantes a partir do 3º mês
* Profissionais de saúde
* Contactantes com indivíduos de risco, para que estes não sejam transmissores da doença para seus familiares.

Diferença entre gripe e resfriado

Os vírus do resfriados(vírus sincicial /respiratório, o parainfluenza, o rinovírus, o adenovírus), os sintomas dos dois são parecidos, o resfriado localiza normalmente no trato respiratório superior (nariz e garganta), sendo mais brandos e de curta duração. Sendo assim a vacina da gripe não protege contra resfriados.

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Gripe ou Resfriado

Como evitar os vírus da Gripe

* Evitar o máximo o contato com pessoas já infectadas;
* tampar a boca e nariz quando sentir vontade de tossir ou espirrar;
* lavar as mãos com freqüência,proporcionará desinfecção
* Não ficar colocando as mãos nos olhos, nariz ou boca sem tê-las lavado antes;
* evitar lugares com aglomeração de pessoas, quando infectado, a fim de evitar transmitir a doença;
* evite fazer esforços ou práticas esportivas exageradas, para não diminuir a resistência do sistema imunológico;
* Tomar bastante líquido, para ficar sempre hidratado.

vacinaFonte: http://www.vaicomtudo.com/2009/04/gripe-suina-sintomas.html

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